A ONU argumenta que a liberdade religiosa está em conflito com os direitos LGBT e recomenda que os estados façam com que estes últimos prevaleçam sobre os primeiros, aplicando os padrões LGBT para denominações religiosas e punindo líderes e organizações que não os cumpram.

A conversão pertence àquele tempo intermediário em que vivemos, no qual podemos verdadeiramente dizer do Reino de Deus que nos é dado "desde agora", mas "ainda não".