Final do Pontificado com pouco Jubileu

25/03/2025

Tanto eclesiástica quanto civilmente, Roma está longe de experimentar um clima jubilar. "Este é o triste fim de um pontificado", disse um fiel jesuíta americano, que implorou anonimato para evitar represálias, "cujo melhor serviço à Igreja será cair no esquecimento definitivo". Vestido de padre, com um discurso lento e categórico, o jovem sacerdote admite que é uma "rara avis" na qual, às vezes, parece ser um companheiro "contra" Jesus. Mas ele não desiste e acrescenta: "Há alguns jesuítas extraordinários que são muito velhos; e, entre os mais jovens, não somos todos como James Martin

De um padre argentino

Ele retoma sua análise do Jubileu e ressalta: "Como indicam 'Infovaticana', em geral, e Paco Pepe, em particular, este pontificado não atrai ninguém dos que estão de fora e afasta muitos dos que estão de dentro. Basta olhar para o que está acontecendo nestes dias no Vaticano: são muito poucos os que passam pela Porta Santa, e menos ainda os que preenchem as condições para a indulgência plenária. Uma vez que entram na Basílica de São Pedro, a maioria deles se comporta como turistas: poucos são os que esperam para se confessar e passar algum tempo em oração diante do Santíssimo Sacramento".Ele também enfatizou que: "O papa martela, o tempo todo, contra os ortodoxos, tradicionalistas e 'rígidos'. E ele não percebe que o pouco que resta é o que ele denegri. Por exemplo, a grande maioria dos peregrinos que vêm em grupos, com uma autêntica atmosfera de oração, responde a essas "categorias". Fui movido, por exemplo, na segunda-feira, dia 27, a observar sacerdotes e seminaristas franceses, pertencentes à Comunidade de San Martín, enquanto avançavam pela Praça de São Pedro. Quanta piedade e amor a Cristo e à Igreja! Famílias religiosas como essas têm um futuro real."Por fim, comentou que a decepção também é perceptível, civilizadamente: "Conheço bem Roma e isso está muito longe do inesquecível Grande Jubileu de 2000, com São João Paulo II. E isso também é percebido por hoteleiros, taxistas e trabalhadores da gastronomia. Suas expectativas são frustradas dia a dia. Nem perto dos peregrinos esperados chegam. É por isso que, para os que existem, as ofertas e descontos se multiplicam. Não é mais uma questão de ganhar uma cifra diferente. Eles se contentam com lucros mínimos e economizam as despesas. (Fonte: INFOVATICANA)

Parece que para a fé, de nada vale o pão que sacia a fome do corpo, pois o importante é o Pão que sacie a fome de vida eterna da alma, razão porque, não devemos nos preocupar com a partilha do alimento comum, mas somente com a partilha do alimento espiritual.

Quando se expressa que na atualidade (desde meados do século XX) Cristo foi e é destronado, ao mesmo tempo que o ser humano foi e é exaltado, e por isso o próprio homem ocupa o lugar central que só corresponde a Deus, depois levantam-se as críticas mais furiosas contra o que os modernistas (e conservadores) chamam de "profetas das calamidades,...

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