Caminho sinodal alemão; o novo berço de heresias

05/02/2023

Caminho sinodal é um processo de discussão entre bispos e leigos iniciado em dezembro de 2019, que trata de exercício do poder na igreja, sacerdócio, papel das mulheres e moral sexual.

O caminho sinodal é um preparativo para um sínodo. É um grupo de 230 pessoas reunidas para discutir os rumos da Igreja Católica na Alemanha. O grupo inclui todos os bispos alemães, representantes de ordens religiosas, movimentos leigos, dioceses e paróquias, universidades, consultantes de outras Igrejas e especialistas nos campos que estão sendo discutidos. 

O pior desse caminho sinodal da Alemanha são as aberrações nele contidos e aprovados por seus participantes, algo que soa como pura heresia até para crianças. Causa escândalo até ao mais frouxo dos católicos saber que estas ideias partiram de bispos da igreja. Eis a lista de aberrações idealizadas por eles:

Fim do celibato

Ordenação de mulheres

Ideologia de gênero

Anticoncepcionais

Benção LGBT

Modificação do catecismo para proteger LGBT

Participação de leigos na escolha de bispos

É assustador saber que isso vem da cabeça de bispos, mas por outro lado cabe lembrar que a Alemanha é o berço tradicional dos maiores inimigos do catolicismo. O primeiro deles foi o maior inimigo do catolicismo de todos os tempos, o herege Martinho Lutero. O estrago feito por esse indivíduo é incalculável. Dividiu a igreja, os reinados da época, trazendo guerras e milhares de mortes e através de seus ensinamentos errados tem produzido milhões de evangélicos, divididos em milhares de seitas levando milhões de almas para o inferno por seus ensinamentos errados que levam diretamente ao pecado.

Outro alemão grande destruidor da igreja foi Karl Marx, lançando as bases do comunismo, trouxe o ateísmo aos países, onde surgiram perseguições e mortes de cristãos o que continua até hoje.

Embora Hitler não tenha nascido na Alemanha, e sim na vizinha Áustria, suas ideias e práticas do nazismo ocorreram naquele país, com a conivência e participação de quase todos os alemães na época o que levou a morte em campos de concentração de milhares de padres e freiras.

Assim, não é muito de se estranhar que bispos alemães sejam heréticos. Claro que nem todos. O mesmo que acontece aqui no Brasil, onde a CNBB é conhecida por seu apoio ao comunismo, mas nem todos os bispos dessa organização são coniventes.

Essas heresias, como as muitas que ocorreram no passado, atingem diretamente as três colunas da Igreja Católica; as escrituras, o magistério e a tradição. Essas ideias novas dos bispos não se enquadram com os ensinamentos das escrituras, não seguem a tradição nem podem ser ensinadas pelo magistério da igreja.

Observa-se com tristeza que num passado distante o demônio atacava a igreja por fora numa tentativa de destruí-la. Mas a partir do modernismo os ataques passaram a vir de dentro da própria igreja. A introdução de maçons entre grandes autoridades da igreja, bispos comunistas e heréticos modernistas como é o caso desses bispos da Alemanha. Quando o inimigo vem de dentro como um cavalo de Troia, a situação é bem complicada porque quem fala ou escreve sobre isto pode parecer que está atacando a igreja, quando na verdade a está defendendo e falar contra hereges e cismáticos não é nenhuma novidade. Ao longo dos séculos, muitos foram os santos que tiveram que denunciar heresias e combate-las.

É estranho que essas pessoas de pensamento e ações tão distantes do catolicismo, em vez de sair da religião com a qual não combinam nem apoia seus erros, preferem fazer de tudo para modificar a igreja para atender seus caprichos.

Se esses bispos e essas pessoas saíssem da igreja, certamente não faltaria seitas onde ingressar que atendem plenamente seus ideais.

Igrejas onde aqueles que conduzem os cultos são casados, onde há pastoras, onde o casamento de divorciados é permitido, onde a questão LGBT é minimizada, enfim... O sonho de qualquer um desses bispos alemães. Entretanto, preferem modificar o catolicismo apenas para atender seus ideais, para que não se sintam em pecado nem como peixe fora d'água.

Os pecados são sempre os mesmos. O que era pecado no início do cristianismo ou na idade média é pecado agora e sempre será. Querer modificar a igreja para que as pessoas atuais pareçam menos pecadoras é grande absurdo. As pessoas é que tem que adaptar-se à igreja se quiserem salvar suas almas, e não a igreja se adaptar aos seus modos de vida pecaminosos. (Redação "Vida e Fé Católica)

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